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ITEP dá mais um passo no projeto de elaboração de estudos ambientais e instrumentos de gestão para Unidades de Conservação de Pernambuco

ITEP dá mais um passo no projeto de elaboração de estudos ambientais e instrumentos de gestão para Unidades de Conservação de Pernambuco

Dando continuidade ao processo de “Elaboração e/ou Revisão de Diagnósticos socioambientais participativos, Planos de Manejo e Criação de Conselho Gestores para Unidades de Conservação (UC) de Pernambuco”, o Instituto de Tecnologia de Pernambuco (Itep) promoveu nesta quarta-feira (25), no auditório Pelópidas Silveira, a primeira reunião de trabalho e de boas-vindas com o grupo técnico da Fundação Apolônio Sales (FADURPE). A instituição foi contratada pelo Itep para gerenciar o projeto em 10 UCs, localizadas em quatro municípios do Litoral Norte do Estado (Igarassu, Itamaracá, Itapissuma e Goiana). O encontro contou ainda com a presença de representantes da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Sustentabilidade (SEMAS) e da Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH).  

Numa área total de 48.673,82 hectares, o Agrupamento 1 – Canal de Santa Cruz, como está sendo chamado no projeto, envolve as Áreas de Proteção Ambiental (APAs) de Santa Cruz, Estuarina do Canal de Santa Cruz, Estuarina do Rio Itapessoca e Estuarina do Rio Jaguaribe, além dos Refúgios de Vida Silvestre (RVS) Mata de Santa Cruz, Mata do Amparo, Mata do Engenho São João, Mata do Jaguaribe, Mata do Engenho Macaxeira e Mata Lanço dos Cações.

De acordo com o engenheiro de pesca e coordenador técnico da FADURPE, Sérgio matos, depois dessa reunião, os trabalhos da instituição já vão começar imediatamente e a previsão é que os diagnósticos sejam apresentados em, no máximo, 12 meses. “A nossa expectativa é bastante positiva, em função de que existe uma densidade populacional que tem uma atividade que vive do contexto daquelas Unidades de Conservação, mas que precisa de uma natureza saudável”, completou.

FADURPE – A Fundação Apolônio Salles de Desenvolvimento Educacional é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, criada por iniciativa de professores e técnicos da Universidade Federal Rural de Pernambuco, em 31 de outubro de 1984, com intensa atuação empresarial no mercado, tem como objetivo primordial o estímulo às atividades de ensino, pesquisa e extensão e, prestação de serviços técnicos, administrativos e científicos, em nível Municipal, Estadual e Regional. 

Com cinco áreas de atuação: Meio Ambiente, Educação, Cultura e Turismo, Gestão Administrativa e Consultoria Técnica, a instituição consolidou seu nome, sendo reconhecida como de Utilidade Pública no âmbito municipal pela lei nº 15.285 de 08/11/89 – Prefeitura Municipal do Recife e no âmbito estadual pela lei nº 10.332 de 14/10/89 – Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco.

 Desenvolve suas atividades através de convênios, contratos e parcerias, contando com o apoio de profissionais das mais variadas especialidades, com formação em Universidades e Centros de Pesquisas nacionais e internacionais, o que permite o implemento de ações modernizadoras nas áreas de educação tecnológica, desenvolvimento agropecuário, desenvolvimento rural sustentável, gestão empresarial e ambiental.

 

Conheça um pouco mais das UCs que compõem o AGRUPAMENTO 1 – Canal de Santa Cruz

APA de Santa Cruz (Goiana / Itamaracá / Itapissuma) – Área: 38.692,32 hectares

Criada pelo Decreto nº 32.488 de 17 de outubro de 2008, que “Declara como Área de Proteção Ambiental – APA a região que compreende os Municípios de Itamaracá e Itapissuma e parte do Município de Goiana, e dá outras providências”, com área total de 38.692 ha, sendo 24.943ha correspondentes à área continental e 13.749ha correspondentes à área marítima.

A APA de Santa Cruz foi criada com a finalidade de promover a dinamização e diversificação das atividades e oportunidades produtivas do litoral norte, garantindo que o desenvolvimento socioeconômico se faça com a preservação de seu patrimônio natural, histórico e cultural.

Cabe mencionar que o Complexo Estuarino do Canal de Santa Cruz é um dos ecossistemas mais importantes do litoral do Estado de Pernambuco, em virtude de sua grande biodiversidade e produtividade primária e secundária, representando uma unidade ecológica de grande significado ambiental e socioeconômico.

A área possui significativos remanescentes da Mata Atlântica e ecossistemas associados que, além de abrigar espécies raras e ameaçadas de extinção, exercem o papel na proteção do solo e do relevo, na manutenção dos recursos hídricos superficiais e na recarga dos mananciais subterrâneos, importando mencionar que o Atlas da Biodiversidade de Pernambuco configura esta área como de “extrema importância” e “importância muito alta” para a conservação da biodiversidade, abrangendo seis Refúgios de Vida Silvestre e três áreas estuarinas estabelecidas respectivamente pela Lei n° 13.539, de 12 de setembro de 2008, e Lei n° 9.931, de 11 de dezembro 1986.

RVS Mata de Santa Cruz (Itamaracá) – Área: 54,28 hectares

O Refúgio de Vida Silvestre (RVS) Mata de Santa Cruz, localizado no município de Itamaracá, possui uma área de 54,28 hectares e foi titulado em 1987, através da Lei nº 9.989, como Reserva Ecológica. Em 2008, através da Lei n° 13.539, foi recategorizado como RVS, a fim de ser compatibilizado nas categorias criadas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

O RVS situa-se na porção norte da Ilha de Itamaracá. A unidade de conservação é constituída pelo remanescente de Mata Atlântica, apresentando como critérios de preservação: refúgio de flora e fauna e proteção da zona estuarina do canal de Santa Cruz.

 RVS Mata do Amparo (Itamaracá) – Área: 172,9 hectares

Localizado no município de Itamaracá, possui uma área de 172,9 hectares e foi titulado em 1987, através da Lei nº 9.989, como Reserva Ecológica. Em 2008, através da Lei n° 13.539, foi recategorizado como RVS, a fim de ser compatibilizado nas categorias criadas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

O RVS situa-se na porção central da Ilha de Itamaracá e nele encontramos a nascente do Riacho Jacaré, um dos formadores do Rio Jaguaribe. A unidade de conservação é constituída por remanescente do Bioma Mata Atlântica, com expressiva cobertura vegetal e apresenta como critérios de preservação: refúgio de flora e fauna e proteção do sistema hidrográfico.

 RVS Mata do Eng. São João (Itamaracá) – Área: 34,00 hectares

O Refúgio de Vida Silvestre (RVS) Mata do Engenho São João, localizado no município de Itamaracá, possui uma área de 34 hectares e foi titulado em 1987, através da Lei nº 9.989, como Reserva Ecológica. Em 2008, através da Lei n° 13.539, foi recategorizado como RVS, a fim de ser compatibilizado nas categorias criadas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

A unidade de conservação é constituída por remanescente do Bioma Mata Atlântica, e apresenta como critérios de preservação: proteção do sistema hidrográfico e proteção do relevo e solo.

 RVS Mata do Jaguaribe (Itamaracá) – Área: 107,36 hectares

O Refúgio de Vida Silvestre (RVS) Mata do Jaguaribe, localizado no município de Itamaracá, possui uma área de 107,36 hectares e foi titulado em 1987, através da Lei nº 9.989, como Reserva Ecológica. Em 2008, através da Lei n° 13.539, foi recategorizado como RVS, a fim de ser compatibilizado nas categorias criadas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

 O RVS situa-se à margem esquerda do Rio Jaguaribe, está inserido na bacia hidrográfica do Rio Jaguaribe e é constituído por remanescente do bioma Mata Atlântica, apresentando como critérios de preservação: proteção da zona estuarina do Rio Jaguaribe e proteção do relevo e do solo.

 RVS Mata do Eng. Macaxeira (Itamaracá) – Área: 60,84 hectares

O Refúgio de Vida Silvestre (RVS) Mata Engenho Macaxeira, localizado no município de Itamaracá, possui uma área de 60,84 hectares e foi titulado em 1987, através da Lei nº 9.989, como Reserva Ecológica. Em 2008, através da Lei n° 13.539, foi recategorizado como RVS, a fim de ser compatibilizado nas categorias criadas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

 O RVS situa-se próximo ao presídio Professor Barreto Campelo, com acesso pela estrada da Enseada dos golfinhos. A unidade de conservação está inserida na bacia hidrográfica do Rio Jaguaribe e é constituída por vegetação de grande porte pertencente ao bioma Mata Atlântica. Apresenta como critérios de preservação: proteção da zona estuarina do Canal de Santa Cruz e proteção do relevo e do solo

RVS Mata Lanço dos Cações (Itamaracá) – Área: 50,12 hectares

O Refúgio de Vida Silvestre (RVS) Mata Lanço dos Cações, localizado no município de Itamaracá, possui uma área de 50,12 hectares e foi titulado em 1987, através da Lei nº 9.989, como Reserva Ecológica. Em 2008, através da Lei n° 13.539, foi recategorizado como RVS, a fim de ser compatibilizado nas categorias criadas pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).

 O RVS situa-se na porção norte da ilha de Itamaracá, com acesso pela estrada da Enseada dos golfinhos. A unidade de conservação é constituída por vegetação expressiva típica do bioma Mata Atlântica. Apresenta como critérios de preservação: proteção da zona estuarina do Canal de Santa Cruz e refúgio de fauna e flora.

APA Estuarina do Canal de Santa Cruz (Itamaracá / Itapissuma / Igarassu / Goiana Goiana Itamaracá) – Área: 5.292,00 hectares

A APA (Área de Proteção Ambiental) Estuarina do Canal de Santa Cruz, localizada nos municípios de Itamaracá, Itapissuma, Igarassu e Goiana, possui uma área total de 5.292 hectares e foi titulada em 1986, através da Lei nº 9.931/86.

 Na extensão dos 22 km do canal deságuam os rios Catuama, Carrapicho, Botafogo, Igarassu, Arataca e Maniquara. Às suas margens, desponta a vegetação de mangue, tendo como característica uma grande diversidade da fauna estuarina. O Canal de Santa Cruz enfrentou graves problemas ambientais decorrentes da poluição industrial e ainda convive com grandes cargas de dejetos lançados pelas indústrias da região.

O grande objetivo da APA estuarina é contribuir de forma geral para a conservação, preservação, recuperação e restauração desses ecossistemas. Possui enfoque no uso sustentável e conservação dos ambientes estuarinos e marinhos de águas rasas, que estão mais suscetíveis à pressão antrópica direta e indireta, ocasionada principalmente pelo turismo desordenado nos recifes de coral e arenitos de praia, pesca predatória, sobrepesca, degradação ambiental dos rios e estuários que influenciam diretamente o ambiente marinho.

 APA Estuarina do Rio Itapessoca (Itamaracá / Itapissuma / Igarassu / Goiana Goiana Itamaracá) – Área: 3.998,00 hectares

A APA Estuarina do Rio Itapessoca, localizada no município de Goiana, possui uma área total de 3.998 hectares e foi titulada em 1986, através da Lei N° 9.931/86. Situado ao sul do município de Goiana, no distrito de Tejucupapo, o Rio Itapessoca deságua próximo à Ilha de Itamaracá.

 O grande objetivo da APA estuarina é contribuir de forma geral para a conservação, preservação, recuperação e restauração desses ecossistemas. Possui enfoque no uso sustentável e conservação dos ambientes estuarinos e marinhos de águas rasas, que estão mais suscetíveis à pressão antrópica direta e indireta, ocasionada principalmente pelo turismo desordenado nos recifes de coral e arenitos de praia, pesca predatória, sobrepesca, degradação ambiental dos rios e estuários que influenciam diretamente o ambiente marinho.

 APA Estuarina do Rio Jaguaribe (Itamaracá / Itapissuma / Igarassu / Goiana Goiana Itamaracá) – Área: 212,00 hectares

A APA (Área de Proteção Ambiental) Estuarina do Rio Jaguaribe, localizada no município de Itamaracá, possui uma área total de 212 hectares e foi titulada em 1986, através da Lei N° 9.931/86. O Rio Jaguaribe, da sua nascente até sua foz, percorre nove quilômetros, tendo às suas margens vegetação de mangues e consequentemente uma grande diversidade da fauna e da flora.

 O grande objetivo da APA Estuarina é contribuir, de forma geral, para a conservação, preservação, recuperação e restauração desses ecossistemas. Possui enfoque no uso sustentável e conservação dos ambientes estuarinos e marinhos de águas rasas, que estão mais suscetíveis à pressão antrópica direta e indireta, ocasionada principalmente pelo turismo desordenado nos recifes de coral e arenitos de praia, pesca predatória, sobrepesca, degradação ambiental dos rios e estuários que influenciam diretamente o ambiente marinho.

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